nem contei que a amiga que gosta mais de juno do que little miss sunshine casou sábado vinte e quatro. no cartório. e depois tem mais. em julho. e foi tão bonito. porque o que importa numa festa é a alegria. e estava tudo transbordando em felicidade. e foi muito bom poder estar ali e participar e dividir.
então parabéns para vocês. que as estradas que agora passam a ser uma sejam de feliz. e mais nada.
e eu serei madrinha deles. muito orgulho! de verdade. muita honra. muito obrigada. e teve até bromélia. e cartão que faz ficar emocionada. e abraço e o melhor desejo do mundo e fotos.
o meu vestido de cor rubini ou da cor da nota de cinco reais está a caminho!
porque ninguém disse que ter uma[duas] casa[s] seria fácil... mas também não contaram que seria uma novela!
26.4.10
chove chuva...
o hotel fica na beiradinha da régis. é bem barulhento. e também chove. e aí o barulho fica pior. tem buzina. e tem uma inquietação que me toma!
hoje eu recebi um email gostoso. que fala de saudade. é da querida que primeiro me abrigou em sampa. e me chamou de volta. me ofereceu o que eu entendi como um abaço apertado. e fiquei feliz!
e tem também o extrato do banco. que me contou que o aluguel foi pago. então até dá pra rir. e ser feliz. ainda que na beiradinha da régis. bibiii.
hoje eu recebi um email gostoso. que fala de saudade. é da querida que primeiro me abrigou em sampa. e me chamou de volta. me ofereceu o que eu entendi como um abaço apertado. e fiquei feliz!
e tem também o extrato do banco. que me contou que o aluguel foi pago. então até dá pra rir. e ser feliz. ainda que na beiradinha da régis. bibiii.
bolacha passatempo
quando eu morava em londres, toda caixa que me mandavam do brasil tinha que ter bolacha passatempo dentro. para mim tem todo um sabor especial. eu gosto muito.
então que eu estou em registro. fiz tudo correndo, p'ra voltar correndo. porque a verdade é que hotel aqui segue outros padrões. fui até o paraná, falei oi e voltei. parei aqui, no hotel estoril, porque sabia que o amex era bem vindo. nestes fins de mundo, quando se tem amex e mais nada p'ra pagar, quem escolhe a gente é a bandeira do cartão.
então tá. hotel estoril na volta do paraná. de manhã, quando eu parei para almoçar em frente ao hotel, no graal, eu comprei uma bolacha passatempo. esta mesma que eu estou comendo neste exato momento, de janta... ai que ela deu sedinha. e eu fui ali, no frigobar do hotel espelunca pegar uma coca, claro... e só tem água. aí então que eu olhei mais atentamente para os artefatos que habitam o topo do frigobar...
tem uns chocolates. pasta de dente. escova de dente. barbeador. isqueiro. e camisinha. sério! não dá! é muito de beira de estrada. é muito de alta rotatividade. e eu estou com nojinho.
trouxe toalha. ainda bem! fiz xixi no escuro p'ra não ver o que não quero. e estou estudando o banho.... crítico. café da manhã nem pensar. e já até pensei em arrastar o guarda roupas p'ra me sentir mais segura. tá. isso é exagero. mas eu tou infeliz neste hotel. e de mal da bolacha passatempo. que me deu sede. e eu fui até o frigobar. e então esta ação desencadeou tantas coisas em mim.
e eu vou ali, montar uma estratégia para o banho. e tem um pensamento que me toma. pensamento de que tem coisas que nunca mais... este bateu certa tristeza!
ministério da saúde adverte: hotel de beira de estrada não faz bem p'ra minha saúde!
então que eu estou em registro. fiz tudo correndo, p'ra voltar correndo. porque a verdade é que hotel aqui segue outros padrões. fui até o paraná, falei oi e voltei. parei aqui, no hotel estoril, porque sabia que o amex era bem vindo. nestes fins de mundo, quando se tem amex e mais nada p'ra pagar, quem escolhe a gente é a bandeira do cartão.
então tá. hotel estoril na volta do paraná. de manhã, quando eu parei para almoçar em frente ao hotel, no graal, eu comprei uma bolacha passatempo. esta mesma que eu estou comendo neste exato momento, de janta... ai que ela deu sedinha. e eu fui ali, no frigobar do hotel espelunca pegar uma coca, claro... e só tem água. aí então que eu olhei mais atentamente para os artefatos que habitam o topo do frigobar...
tem uns chocolates. pasta de dente. escova de dente. barbeador. isqueiro. e camisinha. sério! não dá! é muito de beira de estrada. é muito de alta rotatividade. e eu estou com nojinho.
trouxe toalha. ainda bem! fiz xixi no escuro p'ra não ver o que não quero. e estou estudando o banho.... crítico. café da manhã nem pensar. e já até pensei em arrastar o guarda roupas p'ra me sentir mais segura. tá. isso é exagero. mas eu tou infeliz neste hotel. e de mal da bolacha passatempo. que me deu sede. e eu fui até o frigobar. e então esta ação desencadeou tantas coisas em mim.
e eu vou ali, montar uma estratégia para o banho. e tem um pensamento que me toma. pensamento de que tem coisas que nunca mais... este bateu certa tristeza!
ministério da saúde adverte: hotel de beira de estrada não faz bem p'ra minha saúde!
22.4.10
meu destino é andar por este país...
semanas passadas em uberlândia. esta semana em campinas, sampa, jacareí e redondezas... semana que vem, registro. régis bitencourt paulista inteira. na outra, dúvida ainda. e assim eu vou tendo onde dormir. e assim era uma vez minha casa de vez em quando. aí que o ser humano nunca está tão satisfeito. e tava querendo ficar um pouquinho justo no lugar onde não tenho onde ficar. é que a saudade faz isso com a gente. e num pulo, um sobressalto, a gente quer o mais difícil. porque às vezes por um sorriso, vale a pena.
ontem eu passei o dia com vó. e encontrei amigos por aí. quase que por acaso. e andei tanto. comprei coisas. pros outros. pra mim. e um dia assim na vida de quem trabalha tanto é tão bom. de ficar de bobeira. conversando sobre a vida. rindo. comprei bromélias pros outros pra mim. lindas. então que o meu apê já tem uma plantaflor. que dá vida. e cor.
hoje eu almocei espetinho de frango em posto de beira de estrada e enrolado de salsicha. meodeos quanto brilho. e na janta, salgadinho torcida e coca-cola. e eu tenho uma teoria sobre este salgadinho. os com formato quadrado são muito mais gostosos do que os redondos. e por acaso no meu quarto tinha o redondo. comi mesmo assim...
no carro, mais bobagem. bala mentos. twix. caramelo. biscoito. chocolate! nhamham. ah! e no café da manhã, pingado com pão na chapa! gordinha, oi!
daí que amanhã tem mais. são quase quinhentos quilômetros. vezes dois. a conta de ir e vir. mais a volta p'ra casa.
e irmã minha em casa. esperando por mim. está combinado para a madruagada uma noite virada jogando baralho. que nem quando a gente era criança pequena. e pizza, antes de dormir.
sábado tem festa. e aeroporto. e domingo tem dúvida. mas tem presente. porque ontem eu saí e comprei um presente. um igual eu tenho. porque eu devo ter passado muito frio algum dia na vida. que tenho pânico. e adoro dar coisas quentinhas. então eu vou dar de presente pra quem muda. e tenho a impressão que é quase como abraço apertado.
eu tenho saudade de abraços apertados. que fazem falta mesmo. que dão a certeza que está tudo bem. eu gosto de abraços apertados. eu estou com saudade de mãe, de pai, de tanta gente. os dias vão passando...
ontem conversei com uma pessoa muito querida. a gente percebe que com o tempo os sentimentos se transformam. e tem ternura. tem carinho. tem admiração. e amor de amigo. e se transformou em felicidade grande de conversar e saber e rir muito. e é o dono das fotos mais bonitas.
tenho um outro amigo muito querido. a gente ri. é quase vizinho e se conheceu lá longe. a gente anda de ônibus fretado juntos nos começos e fins da semana. e a gente divide mesa de trabalho. e entrou em crise quando surgiu a possibilidade de nos separarmos fisicamente. cada um num canto. tudo isso p'ra dizer que hoje ele estava lindo. e que quinta feira da semana que vem ele me deve explicações. é um amigo lindo e que eu amo muito. ele toca baixo e fala baixo! e tem um coração grande...
com muita vontade de fechar os olhos e dormir... porque deitada eu já estou. mas eu vou sair. e comer mais, porque a vida é feita de escolhas!
ontem eu passei o dia com vó. e encontrei amigos por aí. quase que por acaso. e andei tanto. comprei coisas. pros outros. pra mim. e um dia assim na vida de quem trabalha tanto é tão bom. de ficar de bobeira. conversando sobre a vida. rindo. comprei bromélias pros outros pra mim. lindas. então que o meu apê já tem uma plantaflor. que dá vida. e cor.
hoje eu almocei espetinho de frango em posto de beira de estrada e enrolado de salsicha. meodeos quanto brilho. e na janta, salgadinho torcida e coca-cola. e eu tenho uma teoria sobre este salgadinho. os com formato quadrado são muito mais gostosos do que os redondos. e por acaso no meu quarto tinha o redondo. comi mesmo assim...
no carro, mais bobagem. bala mentos. twix. caramelo. biscoito. chocolate! nhamham. ah! e no café da manhã, pingado com pão na chapa! gordinha, oi!
daí que amanhã tem mais. são quase quinhentos quilômetros. vezes dois. a conta de ir e vir. mais a volta p'ra casa.
e irmã minha em casa. esperando por mim. está combinado para a madruagada uma noite virada jogando baralho. que nem quando a gente era criança pequena. e pizza, antes de dormir.
sábado tem festa. e aeroporto. e domingo tem dúvida. mas tem presente. porque ontem eu saí e comprei um presente. um igual eu tenho. porque eu devo ter passado muito frio algum dia na vida. que tenho pânico. e adoro dar coisas quentinhas. então eu vou dar de presente pra quem muda. e tenho a impressão que é quase como abraço apertado.
eu tenho saudade de abraços apertados. que fazem falta mesmo. que dão a certeza que está tudo bem. eu gosto de abraços apertados. eu estou com saudade de mãe, de pai, de tanta gente. os dias vão passando...
ontem conversei com uma pessoa muito querida. a gente percebe que com o tempo os sentimentos se transformam. e tem ternura. tem carinho. tem admiração. e amor de amigo. e se transformou em felicidade grande de conversar e saber e rir muito. e é o dono das fotos mais bonitas.
tenho um outro amigo muito querido. a gente ri. é quase vizinho e se conheceu lá longe. a gente anda de ônibus fretado juntos nos começos e fins da semana. e a gente divide mesa de trabalho. e entrou em crise quando surgiu a possibilidade de nos separarmos fisicamente. cada um num canto. tudo isso p'ra dizer que hoje ele estava lindo. e que quinta feira da semana que vem ele me deve explicações. é um amigo lindo e que eu amo muito. ele toca baixo e fala baixo! e tem um coração grande...
com muita vontade de fechar os olhos e dormir... porque deitada eu já estou. mas eu vou sair. e comer mais, porque a vida é feita de escolhas!
21.4.10
a pergunta clássica...
porque as pessoas estão torcendo junto, acho. e escuto todo dia a clássica pergunta: e o apê? pois é... sei lá... pode ser uma decisão maluca. mas resolvi que não pergunto mais. não ligo mais. não quero saber mais. penso eu que quando a santa advogada tiver uma notícia muito boa ela há de me ligar. então pra que eu vou correr atrás de notícia ruim? nunca mais perguntei nada!
dia desses estava eu gravando dvd, passando coisas pro ipod, essas coisas... aí que a maquininha travou. ficou uma tela travada e nada acontecia. computador não reconhece o ipod. a dona aqui quase que já não estava mais reconhecendo também. porque ora é mancha na tela. ora é tela amarelada. ora é ele travado p'ra sempre. e este já é o segundo. o outro eu também quebrei. aí eu resolvi ser boa e fui na apple store do iguatemi perguntar se tinha salvação.
aí um menino me atendeu. quase criança. e disse: preciso perguntar pro técnico. mas é um serviço cobrado! esperei p'ra saber. nem tava com o tocador de música por lá. aí descobri que custava quarenta e cinco dinheiros. razoável. mas antes eu resolvi perguntar pro google. e descobri que queriam me cobrar 45$! p'ra apertarem dois botões e restaurarem o ipod! ah... aí também não né!
então que irmã minha disse que ontem aconteceu a mesma coisa com o iphone dela. e ela também perguntou p'ro google. e pronto! quando eu estava na faculade, há nem tanto tempo assim, eu dizia que o google era a mão invisível do trabalho acadêmico. mas acho que é da vida toda. o google sempre tem uma resposta que acalma o coração!
mas eu perdi todas as músicas. e agora tou aqui. o 4shared.com e eu! e assistindo ana maria braga. e é bom viu?! faz feliz... tou assistindo a história da maria e do luiz. que querem abrir um mercadinho.
hoje meu dia vai ser de vó. quer dizer. da vó! dia junto porque depois serão dias de saudade. semana que vem todo mundo na europa. e eu em 'resistro', a cidade da banana e do chá. em hotel de beira de estrada! mas com lugar p'ra dormir! então tá.
e com saudade! ah... snifs. e é saudade de muita gente! comofaz?
e este fim de semana uma amiga queridíssima casa. e ele acabou sendo querido também. é casamento no civil por enquanto! só em julho tem festão! mas vai ser lindo... apesar que eu chegarei p'ra comer e não p'ra brindar. mas ela já entendeu. e também será beneficiada pelo meu atraso. tá que essa minha amiga é lerdinha, hahaha. mas eu gosto tanto dela que chega a amor! e ela não está nem aí pro fato que amanhã cedo eu acordo as quatro e tanto da manhã. eu quase mato ela de curiosidade. e ela me acorda. e a gente ri! é bom ter amigos assim.
eu tou com fome. é hora de ligar p'ra vó! e continuar com açúcar e afeto...
dia desses estava eu gravando dvd, passando coisas pro ipod, essas coisas... aí que a maquininha travou. ficou uma tela travada e nada acontecia. computador não reconhece o ipod. a dona aqui quase que já não estava mais reconhecendo também. porque ora é mancha na tela. ora é tela amarelada. ora é ele travado p'ra sempre. e este já é o segundo. o outro eu também quebrei. aí eu resolvi ser boa e fui na apple store do iguatemi perguntar se tinha salvação.
aí um menino me atendeu. quase criança. e disse: preciso perguntar pro técnico. mas é um serviço cobrado! esperei p'ra saber. nem tava com o tocador de música por lá. aí descobri que custava quarenta e cinco dinheiros. razoável. mas antes eu resolvi perguntar pro google. e descobri que queriam me cobrar 45$! p'ra apertarem dois botões e restaurarem o ipod! ah... aí também não né!
então que irmã minha disse que ontem aconteceu a mesma coisa com o iphone dela. e ela também perguntou p'ro google. e pronto! quando eu estava na faculade, há nem tanto tempo assim, eu dizia que o google era a mão invisível do trabalho acadêmico. mas acho que é da vida toda. o google sempre tem uma resposta que acalma o coração!
mas eu perdi todas as músicas. e agora tou aqui. o 4shared.com e eu! e assistindo ana maria braga. e é bom viu?! faz feliz... tou assistindo a história da maria e do luiz. que querem abrir um mercadinho.
hoje meu dia vai ser de vó. quer dizer. da vó! dia junto porque depois serão dias de saudade. semana que vem todo mundo na europa. e eu em 'resistro', a cidade da banana e do chá. em hotel de beira de estrada! mas com lugar p'ra dormir! então tá.
e com saudade! ah... snifs. e é saudade de muita gente! comofaz?
e este fim de semana uma amiga queridíssima casa. e ele acabou sendo querido também. é casamento no civil por enquanto! só em julho tem festão! mas vai ser lindo... apesar que eu chegarei p'ra comer e não p'ra brindar. mas ela já entendeu. e também será beneficiada pelo meu atraso. tá que essa minha amiga é lerdinha, hahaha. mas eu gosto tanto dela que chega a amor! e ela não está nem aí pro fato que amanhã cedo eu acordo as quatro e tanto da manhã. eu quase mato ela de curiosidade. e ela me acorda. e a gente ri! é bom ter amigos assim.
eu tou com fome. é hora de ligar p'ra vó! e continuar com açúcar e afeto...
19.4.10
18.4.10
família ê!
porque os preparativos estão a mil por aqui. casacos, malas, meias, vulcões, remédios, listas todas do mundo. sabe, eu gosto de listas... ir vendo que as coisas estão rendendo e acontecendo.
mas o que eu ia falar mesmo é que eu amo a minha família demais. porque um dia eu tive um ataque de nervos em são paulo e vim embora p'ra campinas. dessas coisas que às vezes não se entende. mas o ônibus fretado p'ra mim é quase igual dignidade ultimamente!
nesse dia de ir embora no ímpeto do momento eu avisei a minha mãe que ia voltar. que ia passar uns dias em casa. indo e vindo. e depois via o que fazer. quando eu estava saindo do escritório, amigo esperando na porta p'ra trazer de carona, luxo só. porque nessas horas mãe que é mãe profissional tira amigo da manga da camisa que pode te levar p'ra casa a qualquer hora do dia ou da noite. então... aí minha mãe pergunta pela internet: você quer que eu faça feijão? e eu nem sabia que ela sabia fazer feijão. salvo lembrança vaga da infância de meu pai ter querido que ela fizesse feijão em um acampamento qualquer. e nem sei se é verdade mesmo ou se é lembrança torta. em trindade. saudade.
parênteses: última vez que eu estive em trindade foi em janeiro, quando eu ainda andava com pessoas que viajavam só comigo para me agradar...
minha mãe é daquelas que sabe reconhecer quando não falar nada. eu posso ter feito a coisa mais errada do mundo. eu me auto penitencio e ela cala. quando eu perdi a minha máquina fotográfica novinha em londres, eu liguei e falei que ela não precisava falar nada. que eu já estava mal o suficiente. aí ela falou. e disse assim: vou falar para o seu avô depositar o dinheiro que ele te deu de presente e você compra outra! e assim vai. então que neste dia ela achou que feijão tinha gosto de casa da gente. e fez feijão p'ra janta. e jantamos todos. felizes.
no dia seguinte eu voltei e tinha macarrão com bacalhau. aí no dia seguinte minha mãe mandou dizer que chegava de farra, que ela não ia fazer nada porque ela tinha mais o que fazer! tá né. mimo aqui em casa às vezes tem limite. mas aí a minha avó saiu desenfreada lá da cozinha e disse, pergunta o que ela quer comer que eu faço! essa é a minha família! tem como não amar?
meu avô me diz assim: pega os pratos da sua avó que você quiser. pega mais! sabe aqueles pratos lindos de quando ela casou? e por ele, ele desmontava a própria casa toda p'ra fazer as netas felizes. este mesmo avô que relutou um monte com a viagem p'ra itália e aí então cedeu. porque ele será mesmo quem mais vai se divertir. e agora este mesmo avô está acompanhando as notícias do vulcão de nome complicado em tempo real com pânico de a viagem não rolar!
tenho uma irmã que me diz: pede as contas e vamos p'ra itália que ainda dá tempo! eu cubro seu salário! vem morar no rio! e fala outras coisas mais absurdas ainda. e vai morar em casa sempre que tiver reunião em são paulo. e é engraçada até. e é por quem eu sinto amô lôco...
e tem o pai. que me trata como a criança da casa. que ri das minhas inquietações. que fala umas coisas que dói até na alma quando um namoro termina, mas que faz as análises mais lindas. que assume sem medo de ser feliz que jamais vai gostar de qualquer pessoa com quem eu me relacione como namorada. que me dá as roupas mais fashions que eu tenho. que me liga e fala oi. oi! que me disse quando eu estava chorosa que eu precisava encontrar a felicidade dentro de mim. e eu relutei. disse que estava difícil até. e ele insistiu. e disse. tem que ser assim, baby.
tenho outra irmã que me mima e torce comigo e vibra com as minhas confusões sentimentais e fica feliz com qualquer sinal de cunhado que eu possa arrumar para ela e que prometeu que vai em casa cozinhar p'ra mim.
tenho família e amigos que eu simplesmente amo. e é amor de verdade. eu tento retribuir tudo, mas eles são tão especiais, tão queridos, que às vezes é difícil fazer tudo igual. mas eu ligo. falo merda. vou ver vestido de noiva junto. falo de casamento, reforma, presentes. vou ao shopping ajudar nos preparativos. penso os presentes para dar com o maior carinho do mundo. compro bugigangas pro pai. dou meus pulos. e tento fazer a diferença para eles também...
mas começou o post porque eu queria contar que hoje eu liguei p'ra minha vó p'ra dar bom dia. e ela falou: sobe que eu vou fazer café fresquinho. e então o domingo ganha outras cores quando a gente acorda e pode tomar café de vó. e acompanhar o processo de arrumação de mala... e falar da vida...
são outras cores p'ra vida... cores de ser feliz. esta é a casa que mora dentro de mim...
mas o que eu ia falar mesmo é que eu amo a minha família demais. porque um dia eu tive um ataque de nervos em são paulo e vim embora p'ra campinas. dessas coisas que às vezes não se entende. mas o ônibus fretado p'ra mim é quase igual dignidade ultimamente!
nesse dia de ir embora no ímpeto do momento eu avisei a minha mãe que ia voltar. que ia passar uns dias em casa. indo e vindo. e depois via o que fazer. quando eu estava saindo do escritório, amigo esperando na porta p'ra trazer de carona, luxo só. porque nessas horas mãe que é mãe profissional tira amigo da manga da camisa que pode te levar p'ra casa a qualquer hora do dia ou da noite. então... aí minha mãe pergunta pela internet: você quer que eu faça feijão? e eu nem sabia que ela sabia fazer feijão. salvo lembrança vaga da infância de meu pai ter querido que ela fizesse feijão em um acampamento qualquer. e nem sei se é verdade mesmo ou se é lembrança torta. em trindade. saudade.
parênteses: última vez que eu estive em trindade foi em janeiro, quando eu ainda andava com pessoas que viajavam só comigo para me agradar...
minha mãe é daquelas que sabe reconhecer quando não falar nada. eu posso ter feito a coisa mais errada do mundo. eu me auto penitencio e ela cala. quando eu perdi a minha máquina fotográfica novinha em londres, eu liguei e falei que ela não precisava falar nada. que eu já estava mal o suficiente. aí ela falou. e disse assim: vou falar para o seu avô depositar o dinheiro que ele te deu de presente e você compra outra! e assim vai. então que neste dia ela achou que feijão tinha gosto de casa da gente. e fez feijão p'ra janta. e jantamos todos. felizes.
no dia seguinte eu voltei e tinha macarrão com bacalhau. aí no dia seguinte minha mãe mandou dizer que chegava de farra, que ela não ia fazer nada porque ela tinha mais o que fazer! tá né. mimo aqui em casa às vezes tem limite. mas aí a minha avó saiu desenfreada lá da cozinha e disse, pergunta o que ela quer comer que eu faço! essa é a minha família! tem como não amar?
meu avô me diz assim: pega os pratos da sua avó que você quiser. pega mais! sabe aqueles pratos lindos de quando ela casou? e por ele, ele desmontava a própria casa toda p'ra fazer as netas felizes. este mesmo avô que relutou um monte com a viagem p'ra itália e aí então cedeu. porque ele será mesmo quem mais vai se divertir. e agora este mesmo avô está acompanhando as notícias do vulcão de nome complicado em tempo real com pânico de a viagem não rolar!
tenho uma irmã que me diz: pede as contas e vamos p'ra itália que ainda dá tempo! eu cubro seu salário! vem morar no rio! e fala outras coisas mais absurdas ainda. e vai morar em casa sempre que tiver reunião em são paulo. e é engraçada até. e é por quem eu sinto amô lôco...
e tem o pai. que me trata como a criança da casa. que ri das minhas inquietações. que fala umas coisas que dói até na alma quando um namoro termina, mas que faz as análises mais lindas. que assume sem medo de ser feliz que jamais vai gostar de qualquer pessoa com quem eu me relacione como namorada. que me dá as roupas mais fashions que eu tenho. que me liga e fala oi. oi! que me disse quando eu estava chorosa que eu precisava encontrar a felicidade dentro de mim. e eu relutei. disse que estava difícil até. e ele insistiu. e disse. tem que ser assim, baby.
tenho outra irmã que me mima e torce comigo e vibra com as minhas confusões sentimentais e fica feliz com qualquer sinal de cunhado que eu possa arrumar para ela e que prometeu que vai em casa cozinhar p'ra mim.
tenho família e amigos que eu simplesmente amo. e é amor de verdade. eu tento retribuir tudo, mas eles são tão especiais, tão queridos, que às vezes é difícil fazer tudo igual. mas eu ligo. falo merda. vou ver vestido de noiva junto. falo de casamento, reforma, presentes. vou ao shopping ajudar nos preparativos. penso os presentes para dar com o maior carinho do mundo. compro bugigangas pro pai. dou meus pulos. e tento fazer a diferença para eles também...
mas começou o post porque eu queria contar que hoje eu liguei p'ra minha vó p'ra dar bom dia. e ela falou: sobe que eu vou fazer café fresquinho. e então o domingo ganha outras cores quando a gente acorda e pode tomar café de vó. e acompanhar o processo de arrumação de mala... e falar da vida...
são outras cores p'ra vida... cores de ser feliz. esta é a casa que mora dentro de mim...
17.4.10
é sábado!
eu dirigi felizona até são carlos. fiquei pensando que bacana foi o curso, conheci tanta gente engraçada que eu vou ter para sempre, arrumei um emprego, saldo quase que positivo. aquele sentimento que a gente tem quando as coisas vão acabando. semana que vem eu falto... porque é casamento de uma querida. na outra semana é feriado. e na outra, fim. e o espírito de pessoa feliz que terá os sábados de volta para fazer o que quiser e bem entender foi me tomando de tal forma. aí eu estacionei o carro, fui comer o tão falado bolo amarelo, cafézinho básico. e começou um burburinho. aí eu entendi umas coisas no meio daquele blablabla... e falava mais ou menos assim que nããããããão, a aula não terminaria dia oito. snifs. cadê o chão? aí que eu percebi que as aulas terminarão em junho. uma dia dos namorados. outra véspera de aniversário. uhu. presentão. mas que nem tudo é ruim neste mondo e quanto mais tarde for a última aula mais tempo para o tcc... quer dizer... eu proponho a data para 2016!
voltando ao campo, não contei que o motorista me disse que eu precisava rezar e ir p'ra igreja. acho que até ele percebeu que as coisas não estavam dando certo mesmo! mas fiquei meio assim, nunca dei esse tipo de liberdade p'ras pessoas saírem por aí me mandando rezar. e né... se rezar fizesse receiver funcionar... a gente abria até igreja!
hoje eu jantei pão com manteiga e café de vó. foi bom. bom p'ra matar saudade de algumas coisas... e p'ra começar a saudade de outras. é... mais uma semana que começa com 'efe' de fretado! já tou pensando nas quatro e quarenta da manhã.
mãe lá longe tentando chegar na cidade luz. o vulcão de muitas letras juntas que formam nome esquisito acabou atrapalhando. mas então que elas conheceram uma cidade de vinhos e queijos bons chamada lyon. saber olhar a vida pelos olhos bons...
talvez esteja faltando crença e sobrando pouca fé. talvez o motorista tenha razão! porque eu já bem falei. não é justo mesmo herdar desconfiança. então tem que fazer diferente e é p'ra onde eu vou...
assistir tv sábado a noite... saudade sem fim das coisas simples da vida. dormir no sofá até não aguentar mais de dor nas costas e então sentir saudade da cama, logo ali. e ter preguiça. e então lembrar dos tempos de criança, quando dormir no sofá era proibido e o grito da mãe era despertador. hoje ela não está. tá lá longe. passeando sem ter fim. sem mandar fotos. o que faz a irmã crer que ela está em suzano mesmo. e é tudo conspiração... quem sabe?
conspiração mesmo p'ra mim é todo mundo muito querido estar usando passaporte como documento de identificação. e uma semaninha longe é o básico, default. e meu passaporte vencendo, sem horizonte animador... querendo muito com vontade de gente grande colecionar carimbos de ir e vir...
voltando ao campo, não contei que o motorista me disse que eu precisava rezar e ir p'ra igreja. acho que até ele percebeu que as coisas não estavam dando certo mesmo! mas fiquei meio assim, nunca dei esse tipo de liberdade p'ras pessoas saírem por aí me mandando rezar. e né... se rezar fizesse receiver funcionar... a gente abria até igreja!
hoje eu jantei pão com manteiga e café de vó. foi bom. bom p'ra matar saudade de algumas coisas... e p'ra começar a saudade de outras. é... mais uma semana que começa com 'efe' de fretado! já tou pensando nas quatro e quarenta da manhã.
mãe lá longe tentando chegar na cidade luz. o vulcão de muitas letras juntas que formam nome esquisito acabou atrapalhando. mas então que elas conheceram uma cidade de vinhos e queijos bons chamada lyon. saber olhar a vida pelos olhos bons...
talvez esteja faltando crença e sobrando pouca fé. talvez o motorista tenha razão! porque eu já bem falei. não é justo mesmo herdar desconfiança. então tem que fazer diferente e é p'ra onde eu vou...
assistir tv sábado a noite... saudade sem fim das coisas simples da vida. dormir no sofá até não aguentar mais de dor nas costas e então sentir saudade da cama, logo ali. e ter preguiça. e então lembrar dos tempos de criança, quando dormir no sofá era proibido e o grito da mãe era despertador. hoje ela não está. tá lá longe. passeando sem ter fim. sem mandar fotos. o que faz a irmã crer que ela está em suzano mesmo. e é tudo conspiração... quem sabe?
conspiração mesmo p'ra mim é todo mundo muito querido estar usando passaporte como documento de identificação. e uma semaninha longe é o básico, default. e meu passaporte vencendo, sem horizonte animador... querendo muito com vontade de gente grande colecionar carimbos de ir e vir...
16.4.10
que gosto tem felicidade?
porque as vezes você sai de casa de forma despretenciosa. e as coisas acontecem...
quinze dias depois, de volta pra casa e com os pés querendo não pisar o chão...
eu estou simplesmente exausta. amanhã tem são carlos cedo. mais cedo do que as minhas forças podem suportar... domingo tem preparativos p'ra viagem dos avós. da irmã. muito bom de feliz.
neste campo, além de tudo, comecei a jogar squash! até tênis eu joguei. muito bom. vi o césar menoti ou coisa que o valha. grande ele viu. e simpático. acumulei todos os downtimes do mundo. todo dia tinha uma novidade diferente. um problema, um erro, um qualquer coisa. só faltou trocar o motorista. e eu. teste de paciência...
restaurante bom em uberlândia: santa chiara. mas hoje eu quis mesmo arroz, feijão e ovo... e guaraná arco íris... e um telefonema de boa noite. e cama. porque amanhã o dia começa cedo!
sobre a casa? que casa mesmo? sem novidade nenhuma. o som do silêncio bate na porta pra dizer nada... mais uma semana de fretado. e de semana curta. e de saudade.
mas o tempo está a meu favor...
quinze dias depois, de volta pra casa e com os pés querendo não pisar o chão...
eu estou simplesmente exausta. amanhã tem são carlos cedo. mais cedo do que as minhas forças podem suportar... domingo tem preparativos p'ra viagem dos avós. da irmã. muito bom de feliz.
neste campo, além de tudo, comecei a jogar squash! até tênis eu joguei. muito bom. vi o césar menoti ou coisa que o valha. grande ele viu. e simpático. acumulei todos os downtimes do mundo. todo dia tinha uma novidade diferente. um problema, um erro, um qualquer coisa. só faltou trocar o motorista. e eu. teste de paciência...
restaurante bom em uberlândia: santa chiara. mas hoje eu quis mesmo arroz, feijão e ovo... e guaraná arco íris... e um telefonema de boa noite. e cama. porque amanhã o dia começa cedo!
sobre a casa? que casa mesmo? sem novidade nenhuma. o som do silêncio bate na porta pra dizer nada... mais uma semana de fretado. e de semana curta. e de saudade.
mas o tempo está a meu favor...
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