15.8.10

da série tolerar é...

ouvir junto com o namorado "the big four"... porque eu fico pensando... se uma já é muito para mim... quatro é tolerância...

da série amar é...


achar lindo o namorando ensaiando guitarra desde as primeiras aulas...

tundundundum... tundundundum... tundundundum... tundundundum... tundundundum... tundundundum...



13.8.10

autor desconhecido

reparem na barraca. ou foi maíra. ou eu... nós tínhamos uns panos de fazer faixa em casa [pais militantes e tals] e nós ficávamos desenhando coisas assim... tempos bons que se reproduzem em outras formas. amo vocês, família!

12.8.10

eleições

está passando neste exato momento o debate de governadores para o estado de são paulo. eu não assisto. não quero ver nenhum. acho chato demais. baixaria demais. mais do mesmo demais. mas eu queria contar que quando eu era pequena eu tinha uma camiseta "meu pai vota lula. e o seu?". meu pai ainda vota lula. eu também. e confesso... lula, te amo! rs. e não estou pronta para me separar dele tão já! e tem uma única razão que me vence em relação a todas as outras que não me fazem tão feliz... nunca os pobres deste país foram tão assistidos. e eu sou pelos pobres...

à mãe!


quando eu era ainda mais redonda... sem formas definidas...

UPDATE: mãe reclamou a falta de exclamação no post dela em comparação ao do pai! tó!!!

9.8.10

ao pai!


quando eu ainda era redonda...


de amor e de frio

porque entre tantas coisas, eu também gosto de trabalhar lá porque a gente viaja para lugares bacanas. campos do jordão é um desses. a gente veio ver fazer 5 graus. comer fondue. ver araucárias e dirigir ruas de terra. o lençol é térmico, quentinho. o cqc está falhando a imagem. café da manhã a partir de oito o que nos obriga a dormir mais um pouquinho. e um soninho que me toma. dia dos pais ontem. o meu fez declaração de amor linda no facebook. fotos de nós. minha mãe também fala de família. por assim dizer uma família sob medida, a minha. feita de amor.

8.8.10

reforma...

a verdade é que pras bandas de lá tá tudo meio parado. sem mão de obra definida. e com a certeza cada vez mais próxima de que eu terei que colocar a mão na massa em muito mais parte do processo do que eu imaginei. enfim... se tanta gente reforma, porque não eu? se segura que eu vou administrar uma obra!

voltando a obra... eu queria muito poder entregar tudo nas mãos de alguém e só voltar quando estivesse tudo pronto. mas é simplesmente inviável colocar todo o pouco dinheiro que eu tenho dentro das paredes de casa. e não sobrar nada p'ra enfeitar a alma.

então vai demorar mais. vai estressar mais. vai dar muito trabalho. mas vai ficar do meu jeitim...

então, pessoas queridas... eu preciso de pedreiro, pintor, bombeiro hidráulico, pastilheiro, eletricista, gesseiro... mas muito mais do que isso eu preciso de apoio moral, de ombro amigo para chorar, de companhia para comprar pisos e cimentos e areias e tijolos e esquadrias, eu preciso de convites para café para poder falar da vida. então falando muito sério, quem conhecer um bom prestador de serviço, com preços honestos, eu estou aceitando sugestões.

5.8.10

e quando?

e quando você volta para a casa dos outros e lembra que quando saíram deixaram uma barata viva lá, porque não tinha veneno para matá-la com as próprias mãos? e então se olha para todos os lados e não há mais ninguém... este mesmo ninguém me fez companhia na janta da pizza. eu preciso me preparar para morar sozinha! e cozinhar. e comprar alface. e lavá-lo. e eu vou dormir na sala. longe da barata feia, boba e chata. subir e buscar a mantinha, porque o frio, ah o frioooooo.