eu fui roubada no carnaval. troquei meu iPhone 4 por um Galaxy Note. não entendo muito bem quem disputa qual celular é mais legal. a última notícia que eu li difundida aos montes no Facebook, dizia que o S4 é duas vezes mais rápido que o iPhone 5. eu sento e imagino dois celulares apostando corrida, p'ra entender a serventia da informação. troquei porque sim, gostava d'um e gosto d'outro. acho que a vantagem do Note é que a bateria pode ser substituída facilmente. no entanto ele é bem grande [coisa fácil de acostumar, mas p'ra pegar no meio da rua p'ra tirar uma foto é mais complicado e chamativo p'ro mundo]. questão de gosto. mas o que me incomoda mesmo num telefone é ficar sem bateria. era assim quando eu viajava de ônibus p'ra São Paulo. é assim quando eu vou a praia. queria comprar uma dúzia de baterias de estoque, mas me via perdendo elas pela casa, elas na boca de Frida. aí eu descobri a bobagem sem ter fim mais legal dos últimos tempos: power bank, oi! é um banco de energia, tal qual se traduz. carrega a engenhoca na tomada por um período e pronto. é só carregar na vida, plugar o celular e ser feliz. tipo assim, é a independência comunicativa. pesquisei no Amazon e a entrega por aqui é bem complicada. google p'ra lá e p'ra cá e eis que surge o site da Deal Extreme. lá é mais barato, frete grátis p'ro Brasil, mas são 20000mAh chineses... o que isso significa? bom, meu celular tem uma bateria de 2600mAh, fazendo uma conta tosca deveria carregar umas sete vezes. claro que não é exatamente assim, nem pela minha metodologia de cálculo, nem pela garantia chinesa da coisa. mas é muito bacana, independente de qualquer coisa. carrega umas duas vezes e faz feliz. é a besteirinha mais feliz que eu comprei nos últimos tempos. quer? vai lá!
porque ninguém disse que ter uma[duas] casa[s] seria fácil... mas também não contaram que seria uma novela!
23.3.13
7.3.13
atenção tripulação, portas em automático!
next stop: peru! \o/ [dancinha]
como as minhas viagens começam? com uma superpromoçãofantásticaANDimperdíveltambém no Melhores Destinos. o problema é que nos últimos dez dias foram tantas promoções que é preciso alguma sensatez na minha cabeça sem miolos. fato é que eu já tinha passado a viagem p'ra ilha de páscoa, de trocentas promoções pros eua eu também já tinha abdicado e então piscavam passagens para cusco, com preços de ponte-aérea RJ-SP. não era sonho de vida, mas conhecer o mundo é projeto pessoal. acá que eu pauto minhas viagens assim: uma promoção bacana p'ra um lugar fantástico e pronto. sem contar que eu sou a única pessoa que pode grudar imãs de geladeira na porta da dita cuja do junior e da renata. são só dois até agora, porque algumas viagens passaram batidas, então eu tenho que correr! mas a minha mãe sempre me disse, quando eu chegava do shopping com alguma sacolinha: minha filha, que bom que estava em promoção, mas não é por isso que você precisa comprar todo o shopping! então eu aprendi que eu tenho que pensar pelo menos oitocentas vezes antes de decidir uma viagem, porque por vontade eu preencheria todos os dias de minha vida e mais alguns! pensei. pensei. pensei. vi fotos e relatos muito legais do peru e resolvi. next stop: cusco. eu vou conhecer machu picchu e o que mais o coração mandar. e eu não me caibo em mim de tamanha felicidade.
como as minhas viagens começam? com uma superpromoçãofantásticaANDimperdíveltambém no Melhores Destinos. o problema é que nos últimos dez dias foram tantas promoções que é preciso alguma sensatez na minha cabeça sem miolos. fato é que eu já tinha passado a viagem p'ra ilha de páscoa, de trocentas promoções pros eua eu também já tinha abdicado e então piscavam passagens para cusco, com preços de ponte-aérea RJ-SP. não era sonho de vida, mas conhecer o mundo é projeto pessoal. acá que eu pauto minhas viagens assim: uma promoção bacana p'ra um lugar fantástico e pronto. sem contar que eu sou a única pessoa que pode grudar imãs de geladeira na porta da dita cuja do junior e da renata. são só dois até agora, porque algumas viagens passaram batidas, então eu tenho que correr! mas a minha mãe sempre me disse, quando eu chegava do shopping com alguma sacolinha: minha filha, que bom que estava em promoção, mas não é por isso que você precisa comprar todo o shopping! então eu aprendi que eu tenho que pensar pelo menos oito
24.2.13
ah, o amor...
eu não conheço todas as famílias do mundo. nem de longe. mas eu posso afirmar, seguramente, que eu tenho a melhor delas todas. tenho uma família que oferece casa, abrigo, comida, dinheiro, abraço apertado, chocolate derretido, bolo quente, milhas de vôo... a gente se tem p'ra tudo. e já que a minha sina é mudar, lá estava eu, em pleno carnaval, catando o que eu podia chamar de meu de verdade... mãe, a glorinha vai trabalhar amanhã segunda feira de carnaval? glorinha, você vai trabalhar amanhã? oba! vamos p'ra são paulo? e só eu sei que eu e ela nunca trabalhamos tanto assim nas nossas vidas e nas próximas também. montamos caixas, esfregamos paredes, carregamos peso. mãe também. só que menos. depois de duas viagens são paulo-campinas, o corredor do prédio tomado por caixas e coisas das mais diferentes formas, o olhar distante de quem se desfez de tantas coisas nos últimos tempos, e vem ali a minha noninha e diz: eu vou guardar todas as suas coisas bem guardadas, porque eu sei que logo logo você terá o seu cantinho de novo! eu amo vocês.
12.2.13
alalaôôô
é carnaval. era tempos de mudança. ou mudanças. de buscar as coisas numa casa que não me pertence, olhar nas paredes os pedaços de história, sentir o peso de se deparar com a falta de plano do outro. é um não querer mais que bem querer...
Ainda que eu falasse/A língua dos homens/E falasse a língua dos anjos/Sem amor eu nada seria/É só o amor! É só o amor/Que conhece o que é verdade/O amor é bom, não quer o mal/Não sente inveja ou se envaidece/O amor é o fogo que arde sem se ver/É ferida que dói e não se sente/É um contentamento descontente/É dor que desatina sem doer/Ainda que eu falasse/A língua dos homens/E falasse a língua dos anjos/Sem amor eu nada seria/É um não querer mais que bem querer/É solitário andar por entre a gente/É um não contentar-se de contente/É cuidar que se ganha em se perder/É um estar-se preso por vontade/É servir a quem vence, o vencedor/É um ter com quem nos mata a lealdade/Tão contrário a si é o mesmo amor/Estou acordado e todos dormem/Todos dormem, todos dormem/Agora vejo em parte/Mas então veremos face a face/É só o amor! É só o amor/Que conhece o que é verdade.
foi mudança do apê de são paulo, de tirar as coisas que contam a minha história, ainda que breve por ali, p'ra receber novas histórias, da nova moradora.
foi tempo também de pular carnaval, só um pouquinho, porque todos os dias de carnaval não é pra mim. e então a gente estava na bela cintra, voltando p'ra casa da mãe da rê a pé, e fomos assaltados. não, eu não estava chacoalhando o iPhone no ar, como alguns disseram. na verdade eu fui. dois caras viraram a esquina atrás da gente e falaram 'não corre, a gente tá armado'. longe de querer pagar p'ra ver, eu entreguei meu celular. não me assustei, não fiquei nervosa, fiquei puta. aquela história de se sentir impotente e de alguém tirar de você algo que é seu. mas eu queria falar, do fundo do coração, que se você é daquelas pessoas que compra coisas roubadas, vale a pena repensar a história. porque alguém pode ter sido assaltado a mão armada, ter sido violentado, para que você tenha um iPhone por um preço atraente, alguém pode ter passado maus bocados...
Ainda que eu falasse/A língua dos homens/E falasse a língua dos anjos/Sem amor eu nada seria/É só o amor! É só o amor/Que conhece o que é verdade/O amor é bom, não quer o mal/Não sente inveja ou se envaidece/O amor é o fogo que arde sem se ver/É ferida que dói e não se sente/É um contentamento descontente/É dor que desatina sem doer/Ainda que eu falasse/A língua dos homens/E falasse a língua dos anjos/Sem amor eu nada seria/É um não querer mais que bem querer/É solitário andar por entre a gente/É um não contentar-se de contente/É cuidar que se ganha em se perder/É um estar-se preso por vontade/É servir a quem vence, o vencedor/É um ter com quem nos mata a lealdade/Tão contrário a si é o mesmo amor/Estou acordado e todos dormem/Todos dormem, todos dormem/Agora vejo em parte/Mas então veremos face a face/É só o amor! É só o amor/Que conhece o que é verdade.
foi mudança do apê de são paulo, de tirar as coisas que contam a minha história, ainda que breve por ali, p'ra receber novas histórias, da nova moradora.
foi tempo também de pular carnaval, só um pouquinho, porque todos os dias de carnaval não é pra mim. e então a gente estava na bela cintra, voltando p'ra casa da mãe da rê a pé, e fomos assaltados. não, eu não estava chacoalhando o iPhone no ar, como alguns disseram. na verdade eu fui. dois caras viraram a esquina atrás da gente e falaram 'não corre, a gente tá armado'. longe de querer pagar p'ra ver, eu entreguei meu celular. não me assustei, não fiquei nervosa, fiquei puta. aquela história de se sentir impotente e de alguém tirar de você algo que é seu. mas eu queria falar, do fundo do coração, que se você é daquelas pessoas que compra coisas roubadas, vale a pena repensar a história. porque alguém pode ter sido assaltado a mão armada, ter sido violentado, para que você tenha um iPhone por um preço atraente, alguém pode ter passado maus bocados...
26.1.13
transformação
chico, rei.
'tem dias que a gente se sente/como quem partiu ou morreu/a gente estancou de repente/ou foi O MUNDO ENTÃO QUE CRESCEU/a gente quer ter voz ativa/no nosso DESTINO MANDAR/mas eis que chega a roda viva/e carrega o destino p'ra lá/roda mundo, roda gigante/roda moinho, roda pião/O TEMPO RODOU NUM INSTANTE/nas voltas do meu CORAÇÃO/a gente vai CONTRA A CORRENTE/até não poder resistir/na volta do barco é que sente/o quanto deixou de cumprir/faz tempo que a gente cultiva/A MAIS LINDA ROSEIRA QUE HÁ/mas eis que chega a roda viva/e carrega a roseira prá lá/roda mundo, roda gigante/roda moinho, roda pião/o tempo rodou num instante/nas voltas do meu coração/a roda da saia mulata/não quer mais rodar não senhor/não posso fazer serenata/A RODA DE SAMBA ACABOU/a gente toma a iniciativa/viola na rua a cantar/mas eis que chega a roda viva/e carrega a viola p'ra lá/roda mundo, roda gigante/roda moinho, roda pião/o tempo rodou num instante/nas voltas do meu coração/o samba, a viola, a roseira/que um dia a fogueira queimou/foi tudo ilusão passageira/que a brisa primeira levou/NO PEITO A SAUDADE CATIVA/faz força pro tempo parar/mas eis que chega a roda viva/e carrega a saudade p'ra lá/roda mundo, roda gigante/roda moinho, roda pião/o tempo rodou num instante/nas voltas do meu coração'
'tem dias que a gente se sente/como quem partiu ou morreu/a gente estancou de repente/ou foi O MUNDO ENTÃO QUE CRESCEU/a gente quer ter voz ativa/no nosso DESTINO MANDAR/mas eis que chega a roda viva/e carrega o destino p'ra lá/roda mundo, roda gigante/roda moinho, roda pião/O TEMPO RODOU NUM INSTANTE/nas voltas do meu CORAÇÃO/a gente vai CONTRA A CORRENTE/até não poder resistir/na volta do barco é que sente/o quanto deixou de cumprir/faz tempo que a gente cultiva/A MAIS LINDA ROSEIRA QUE HÁ/mas eis que chega a roda viva/e carrega a roseira prá lá/roda mundo, roda gigante/roda moinho, roda pião/o tempo rodou num instante/nas voltas do meu coração/a roda da saia mulata/não quer mais rodar não senhor/não posso fazer serenata/A RODA DE SAMBA ACABOU/a gente toma a iniciativa/viola na rua a cantar/mas eis que chega a roda viva/e carrega a viola p'ra lá/roda mundo, roda gigante/roda moinho, roda pião/o tempo rodou num instante/nas voltas do meu coração/o samba, a viola, a roseira/que um dia a fogueira queimou/foi tudo ilusão passageira/que a brisa primeira levou/NO PEITO A SAUDADE CATIVA/faz força pro tempo parar/mas eis que chega a roda viva/e carrega a saudade p'ra lá/roda mundo, roda gigante/roda moinho, roda pião/o tempo rodou num instante/nas voltas do meu coração'
19.1.13
como que nascem os quereres?
eu não fui criada moça casadoira. nunca alimentei o sonho de festa e véu e grinalda e bouquet. lá em casa aprendi que na vida a gente pede p'ra ser feliz, ainda que desse vontade de pedir dinheiro. e como deu! e segui minha vida assim. cresci assim. me entregando aos amores, errando tanto e acertando outro tanto, com bons amigos, mudando de cidade, fazendo as escolhas improváveis, me arrependendo das faculdades que eu fiz, viajando tudo que dava e ainda achando pouco. eu sou a que conheceu moscow e áfrica do sul antes de nova york. eu gosto da minha vida assim. de ter um pouco de cada lugar. de me sentir em casa em tantos cantos e querer morar em tantos lugares p'ra sempre. mas existe em mim o desejo, grande, de ter um projeto de vida comum com alguém. não faço questão do vestido. faço questão dos planos. como? quando? onde? por que? qual vai ser o caminho que a gente vai seguir juntos p'ra ser feliz? foi assim que a minha história de amor mais linda acabou. não faltou amor nem por um segundo. faltaram planos e desejos.
28.12.12
e se agora... nada?!
e depois de um ano, outro ano. eu estou feliz porque de repente o título do blog passa a não fazer mais sentido. já não tem mais duas casas. nem uma. aí que uma amiga de gente conhecida estava procurando um apê em São Paulo, p'ra poder estudar por um ano. e o meu apêzinho estava procurando uma moradora. e então os dois caminhos se cruzaram. e agora, oficialmente, o apê de São Paulo está alugado. menos gastos. menos sujeira e poluição. e a decisão de vendê-lo adiada. agora é só dar um rumo p'ra ter onde morar no Rio. e é isso. as coisas as vezes voltam p'ro rumo no susto!
1.12.12
Visto americano?
ah lá uma análise de quem não entende nada do assunto: eu. na verdade é mais contação de história do que palpite... eu tive que tirar o visto americano porque o que eu tinha era de um ano e venceu [me deram a informação de que era porque eu tinha pendência eleitoral]. agendei e é mais ou menos assim: preenche o D160, paga, agenda a entrevista e vai. geralmente tem p'ra bem rápido. parece perfeito. sete a dez dias úteis vai chegar lá em casa. o que deu errado? bom... os Correios entraram com um processo dizendo que quem tinha que entregar eram eles, porque a Lei Postal diz que há um monopólio postal no país. e o juiz que julgou o caso entendeu que o passaporte é considerado algo que está dentro da descrição da lei. o que eu acho? se a lei diz isso, cumpre. vi muita gente falando mal dos Correios e eu simplesmente não compartilho da mesma opinião. meu primeiro visto quem entregou o passaporte foram os Correios e deu SUPER certo. é lei. enfim, desde fins de outubro tá uma confusão, principalmente em São Paulo. as pessoas deixam os passaportes e depois eles vão parar em um buraco negro. brincadeiras a parte, depois de um mês a coisa ainda não se normalizou. o que diz a lei sobre reter documento? diz que o Consulado Americano tem soberania e que você só deve comprar uma passagem, tendo o visto. mas e as outras pessoas que querem ir p'ra Papua Guiné? [aqui cabe um palavrão, tipo se fod****]. porque você poderia estar em casa um dia, fazendo nada, resolveu preencher o formulário e renovar o visto, p'ra um dia quem sabe. mas daqui a um mês vai dar um tchibum no mar azul do Caribe. pois é. seu passaporte também caiu no buraco... e o prejuízo é todo seu. e teoricamente não há aí um problema de diplomacia. sei nem se usei os termos corretos. mas enfim. voltando a minha história, meu passaporte estava lá. fui ao CASV Humaitá, RJ, buscar informações e foram bem prestativos. mas não acharam meu documento. liguei no dia seguinte. me retornaram dizendo que eu poderia ir ao Consulado, no centro, buscar meu passaporte, que ele estava lá, para ser retirado. ah, comprei uma bolsa linda, cheinha de spikes. ou tachinhas mesmo. uso todo dia desde então. voltando... fui ao Consulado no horário marcado e procurei a pessoa indicada. ela disse que já sabia do meu caso e me mandou sentar. de repente eu tinha um caso! uau. eu PRECISAVA fazer uma entrevista, porque eu tinha um visto limitado. mas ninguém me avisou. entende? não fosse o fato de eu estar louca desesperada para pegar meu passaporte para viajar, meu documento estaria lá no fundo da gaveta até hoje. só emoção ficar a semana inteira na função de recuperar meu documento, que eu paguei p'ra me entregarem em casa! me fizeram meia dúzia de perguntas e eu poderia buscar o passaporte no dia seguinte. tranquilo? claro! no dia seguinte, vou eu de novo na hora e local agendado. chego lá não era a mesma equipe de segurança e oi, a senhora não pode entrar com essa bolsa! oi? pois é. eu sou das que acha muito de verdade que tudo nessa vida tem limite. e o meu limite transbordou naquele momento. o que eu faria com a minha bolsa linda e cheia de tachinhas [pontudas, um perigo! ui!] e QUE EU ENTREI E SAI ONTEM DO MESMO LUGAR TRÊS VEZES. é, senhora, não pode, ontem foi um erro! juro que eu fiquei descompensada, descontrolada e com ódio. eu ia matar alguém com a minha bolsa? ia esfolar o rosto de alguém com as tachinhas até a pessoa sangrar até a morte? gente... podres poderes. enfim. peguei meu passaporte depois de deixar a bolsa cheia de documentos lá fora, no chaveiro, que não entendeu muito bem o perigo da bolsa. peguei meu passaporte e fui me embora, com meu visto para dez anos, ainda que a pendência eleitoral esteja lá. onde estava da última vez.
quase fim...
o ano está acabando. hoje é dezembro. dezembro é natal. e logo é outro ano. e tanta coisa aconteceu desde a última vez. aconteceu de ir de novo a NYC, com companhias de fazer feliz, dez dias por lá, fazendo a vida valer a pena. porque as vezes as coisas acontecem assim, duas garrafas de vinho, uma comemoração de aniversário, um convite/promessa de viagem e pronto, eis que a vida se desenrola por onde não esperava. voltamos ontem, eu, leo, pais de leo. pessoas mais que queridas. o que mais aconteceu? em termos de moradia, nada. continuo 'de favor' na casa da parenta. o apê de Sampa continua fechado e uma preguiça louca de tomar uma iniciativa. ah, o primeiro passo... e bel mandando notícias fresquinhas de que as coisas por lá estão puro pó! renata, amiga querida de primeira faculdade, casou. teve festa, teve brilho, teve música, teve beleza. foi lindo. e eu estava lá, no time de madrinhas. ó, que orgulho! a gente foi em Ubatuba, Salvador, eu fui tanto a São Paulo. ah! e melhor notícia ever de uma das pessoas que mais declara posicionamento político: Haddad é prefeito de São Paulo de novo. sim, isso me faz feliz. e a cidade que eu tanto amo volta a ser do povo! brigitte e frida também andam fofas. fim.
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